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Maternidade

Quem Somos

A Maternidade do Hospital de São Francisco Xavier/Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (Serviço de Obstetrícia/Ginecologia) faz parte do Departamento da Mulher e da Criança, localiza-se no Edifício Materno-Infantil, edifício 2, inaugurado em 2006, e é constituída pelos seguintes serviços/valências:

Urgência Obstétrica e Ginecológica/Bloco de Partos - piso -1

Consulta Externa de Obstetrícia e Ginecologia - piso 0

Internamento de Obstetrícia - piso 3

Medicina Materno-Fetal (Grávidas de alto risco)/Ginecologia - piso 4

Diagnóstico Pré-Natal - piso 4

     

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Na nossa maternidade prestamos assistência às utentes da zona de influência do hospital e também a todas as outras que aqui recorram, qualquer que seja a sua área de residência ou unidade de saúde a que pertençam.

De acordo com o Ministério da Saúde, a mulher e família podem escolher o serviço e os profissionais de saúde a quem recorrer, na medida dos recursos existentes e mediante as regras da instituição. Dentro da Rede de Referenciação Materno-Infantil, a nossa instituição surge como um Hospital de Apoio Perinatal Diferenciado (HAPD).

Para assegurar a assistência diferenciada e de qualidade, desempenham funções na maternidade um conjunto de profissionais devidamente qualificados e empenhados, nos quais se incluem médicos especialistas em Ginecologia/Obstetrícia, Anestesiologia e Neonatologia, enfermeiros (generalistas e especialistas em Saúde Materna e Obstetrícia), administrativos, técnicos auxiliares de saúde e profissionais de outros serviços de apoio.

 

Missão, Valores e Objetivos

MISSÃO

Temos como missão prestar uma assistência diferenciada e de qualidade a utentes com necessidades do foro ginecológico e obstétrico, nomeadamente grávidas com patologia e/ou durante o trabalho de parto, parto e puerpério, e aos recém-nascidos.

VALORES

Os valores assumidos pelos profissionais do serviço são a humanização, a competência, o respeito pela dignidade individual, a ética profissional, o espírito de equipa, a valorização pessoal e a responsabilidade. 

OBJETIVOS

Garantir a excelência da qualidade dos cuidados de saúde prestados, a segurança e a satisfação dos utentes, promover o desenvolvimento profissional através da formação e da investigação e fomentar a satisfação dos profissionais.

Nascer no Hospital de S. Francisco Xavier

 

10º Aniversário CHLO | Nascer no Hospital de São Francisco Xavier

Testemunhos

 

Preparação para o Parto

VISITA À MATERNIDADE

As grávidas e respetivos acompanhantes têm a possibilidade de visitar o nosso serviço, a qualquer hora, sem necessidade de marcação prévia. Nestas visitas são mostradas as instalações, é explicado o circuito habitual aquando de uma vinda à urgência e em caso de internamento e é também explicado o funcionamento e procedimentos habituais do serviço, sempre com esclarecimento de dúvidas e questões que possam surgir.

Também são realizadas visitas agendadas com algumas unidades de cuidados primários da área de influência do hospital.

SESSÕES DE EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE

Temos ao dispor sessões de educação para a saúde para as grávidas que assim o desejarem, com marcação prévia, sobre a analgesia e sobre a utilização da bola de pilates durante o trabalho de parto. Nestas sessões, sobre medidas farmacológicas e não farmacológicas para conforto e alívio da dor, são também abordados outros temas relacionados com o trabalho de parto e parto e a dinâmica do serviço.

Sessões de Educação para a Saúde

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CURSO DE PREPARAÇÃO PARA A PARENTALIDADE

Futuramente, teremos à disposição de grávidas e acompanhantes, um curso de preparação para a parentalidade, ministrado por enfermeiros do bloco de partos. Esse curso abordará diversas temáticas, nomeadamente: trabalho de parto, analgesia, parto, pós-parto, amamentação, cuidados ao recém-nascido. Também terá uma componente prática, direcionada para o treino de determinados aspetos, como o relaxamento, a respiração ou os esforços expulsivos no parto. Incluirá também uma visita ao bloco de partos.

PLANEAMENTO DO PARTO

Cada vez mais as grávidas procuram informação acerca de todo o processo de maternidade, devendo esta, no entanto, ser cuidadosamente selecionada e de fonte fidedigna. Uma prática cada vez mais comum é o registo sistematizado das preferências e desejos para o trabalho de parto, parto e pós-parto no chamado Plano de Parto ou de Nascimento. A nossa instituição preocupa-se em prestar cuidados, tendo em consideração as diretrizes emanadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e Direção-Geral da Saúde (DGS), já se incluindo nessas boas práticas muitos dos aspetos referidos nos planos de parto atualmente elaborados, nomeadamente:

Presença de acompanhante;

Acesso a medidas não farmacológicas (exemplo: bola de pilates, deambulação, musicoterapia) e farmacológicas (exemplo: analgesia epidural por opção) para alívio da dor;

Ambiente acolhedor e tranquilo, com luz reduzida;

Quartos individuais no bloco de partos onde se desenrola todo o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato (exceto nas cesarianas);

Vigilância do trabalho de parto pela equipa de serviço (enfermeiro especialista Saúde Materna e Obstetrícia e Obstetra);

Tricotomia e clister não se realizam por rotina;

Hidratação oral: ingestão de líquidos claros e/ou chá açucarado, sempre com supervisão da equipa de saúde;

Colocação de acesso venoso periférico (sem necessidade de perfusão contínua de soros);

Monitorização cardiotocográfica (CTG) de forma contínua, podendo esta ser com equipamento sem fios para permitir à parturiente movimentar-se;

Possibilidade de adoção de posições confortáveis à parturiente;

Episiotomia seletiva (não é realizada por rotina, só se absolutamente necessário);

Contacto pele-a-pele entre bebé e mãe logo após o nascimento durante o máximo tempo possível (mínimo uma hora) e corte tardio do cordão (não indicado em mães com grupo sanguíneo Rh negativo), podendo este ser efetuado pelo acompanhante se o desejar;

Dequitadura natural e passiva;

Alojamento conjunto com permanência do bebé junto da mãe, para o estabelecimento do vínculo e implementação da amamentação precoce.

De referir, que a prioridade é sempre a salvaguarda da segurança e do bem-estar materno e fetal, podendo algum destes procedimentos não se conseguir pôr em prática. Durante o internamento é analisado com as grávidas o que é melhor em cada momento e as decisões são, sempre que possível, tomadas em parceria.

A visita ao serviço pode ser um momento privilegiado para partilhar com o enfermeiro todas as dúvidas relativas ao planeamento do parto. 

O que trazer para a Maternidade

PARA O BLOCO DE PARTOS

Para o Bloco de Partos deverá trazer o Boletim de Saúde da Grávida, todos os exames que efetuou na gravidez e a primeira roupinha do seu bebé, de forma individualizada:

1 gorro;

1 roupa interior;

umas meias ou umas calcinhas;

outra peça de roupa exterior que seja confortável e quente.

Sugerimos ainda para a mãe:

1 camisa;

cuecas.

A mala com o enxoval da mãe e do recém-nascido poderá ficar guardada no carro ou ser trazida posteriormente para o hospital, aquando da sua transferência para o Serviço de Obstetrícia (internamento de puerpério).

PARA A OBSTETRÍCIA/PUERPÉRIO

 Mãe   Bebé
 BI/Cartão de Cidadão, cartão de utente e cartão de sub-sistema de saúde  3 ou 4 bodies e calças interiores
 3 camisas de dormir de preferência com botões (para facilitar a amamentação)  3 ou 4 babygrow’s
 soutiens de amamentação  meias ou botinhas
 chinelos de quarto e de duche  fraldas
 cuecas descartáveis e/ou confortáveis  toalhitas
 produtos de higiene  toalha de banho
 pensos higiénicos  fralda de pano
 toalhas (pequena e grande)  manta
 roupa para regressar a casa  

 

Notas: 

Poderá ficar com o seu telemóvel durante o internamento. No entanto, o serviço não se responsabiliza pelo desaparecimento de valores.

O transporte do bebé para casa deverá sempre ser feito em segurança (cadeira própria e com os cintos devidamente colocados).

Imprima a lista aqui

Bloco de Partos

O Bloco de Partos constitui com a Urgência Obstétrica/Ginecológica, um serviço único, com áreas distintas mas contíguas e que funcionam em articulação, com uma equipa multidisciplinar comum.

O serviço tem umas instalações modernas, bem equipadas, acolhedoras, confortáveis e espaçosas, que proporcionam às utentes, condições para uma estadia o mais agradável possível e aos profissionais, ótimas condições de trabalho. A sua disposição é muito adequada às necessidades específicas deste tipo de serviço, permitindo a prestação de cuidados individualizados e humanizados.

Procuramos ser um serviço aberto à comunidade e ter uma filosofia de disponibilidade, promovendo a saúde e indo ao encontro dos anseios, necessidades e solicitações de uma população cada vez mais exigente e informada.

AS NOSSAS INSTALAÇÕES

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A área reservada ao Bloco de Partos é composta por sete quartos individuais que estão equipados com todo o material necessário à prestação de cuidados à grávida/puérpera e ao recém-nascido.

  Quarto 4 - Bloco de Partos Quarto 5 - Bloco de Partos   

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Os quartos estão dispostos em “U” em torno de uma central informatizada, onde estão ligados todos os CTG’s dos quartos, permitindo aos profissionais ter uma visão global e uma vigilância adequada do bem-estar materno-fetal de todas as grávidas e respectivos fetos.

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O serviço tem também 3 Blocos Operatórios para realização de cesarianas e outras intervenções, bem como um  Recobro com capacidade de 3 camas.

  

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O Parto

Após o decurso de todo o período de gravidez, eis que chega o momento, em que todas as expectativas vão ser postas à prova – o parto.

Após a admissão da grávida no Bloco de Partos, todo o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato – cerca de 2 horas - (exceto nas cesarianas) se desenrolam no mesmo quarto, num ambiente tranquilo e confortável, na companhia de um acompanhante escolhido pela grávida, sendo a vigilância do trabalho de parto feita pela equipa de serviço (enfermeiro especialista Saúde Materna e Obstetrícia e Obstetra).

Durante o trabalho de parto, a monitorização cardiotocográfica (CTG) é feita de forma contínua, mas permitindo à grávida movimentar-se e alternar de posições, incluindo a vertical. É facultado o acesso a medidas não farmacológicas e farmacológicas para alívio da dor (consultar “Alívio da dor”).

 

Logo após o parto e sempre que possível, o bebé é colocado em contacto pele-a-pele com a mãe e o corte do cordão umbilical será realizado por esta ou pelo acompanhante, se assim o desejarem. A amamentação será iniciada o mais precocemente possível, se for essa a opção da mãe.

Todos os cuidados iniciais ao recém-nascido serão prestados no mesmo quarto, sob o olhar atento dos pais (consultar “O recém-nascido”). A mãe e o bebé permanecerão no Bloco de Partos em vigilância, por um período mínimo de 2 horas, e se estiverem clinicamente estáveis, ambos serão transferidos para o internamento de obstetrícia.

No caso de surgir alguma complicação no trabalho de parto, parto ou puerpério imediato, a instituição tem um conjunto de serviços e profissionais de forma a dar uma resposta adequada, tais como: cuidados intensivos gerais e neonatais, psicólogo, assistente social ou médicos de outras especialidades.

Ao prestar cuidados diferenciados de excelência à grávida em trabalho de parto e parto e ao recém-nascido, proporcionamos a vivência de uma experiência gratificante para toda a família.

  

TIPOS DE PARTO

Eutócico (Normal)

O parto eutócico consiste no parto normal - expulsão do bebé pela força gerada pelas contrações uterinas, sem qualquer tipo de intervenção instrumental. Este parto pode ocorrer sem episiotomia, sendo o tipo de parto mais comum e desejado por todos, é também o mais fisiológico para a mãe e bebé. Será efetuado na grande maioria das vezes pelo enfermeiro especialista em Saúde Materna e Obstetrícia e nalguns casos pelo médico Obstetra. 

Ventosa/Fórceps

No decorrer do parto, podem acontecer situações que impliquem o nascimento do bebé com auxílio instrumental, ao qual se chama parto distócico, tais como a ventosa ou o forceps, realizado sempre pela equipa médica. 

Cesariana

Parto através de intervenção cirúrgica que consiste num corte no abdómen por onde nasce o bebé.

A cesariana ocorrerá preferencialmente sob anestesia loco-regional, em que a grávida permanecerá acordada, verá o seu bebé nascer mas não sentirá dor. Neste caso será estabelecido o contacto pele a pele mãe bebé e promovida a amamentação o mais precocemente possível. 

Embora seja muito raro, poderá haver necessidade da cesariana ser realizada sob anestesia geral (em que a mãe estará a dormir).

 ACOMPANHANTES E VISITAS



O direito ao acompanhamento está legislado através da Lei n.º 15/2014 de 21 de março e através da Resolução da Assembleia da República nº 30/2016 de 15 de fevereiro. A utente pode ter um acompanhante (pai do bebé ou pessoa significativa) que permanecerá durante todo o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.

O acompanhante deve ser sempre o mesmo ao longo de todo o internamento, sendo-lhe colocada uma pulseira de identificação aquando da admissão da grávida. Este circulará apenas pelo corredor existente para o efeito.

Aquando da transferência da mãe e bebé para o internamento de obstetrícia, é proporcionado um curto período para que familiares e amigos que se encontrem na sala de espera os possam ver.

É permitida a captação de fotografias da grávida, recém-nascido e acompanhante, excluindo os profissionais da equipa multidisciplinar.

 

Alívio da Dor

O trabalho de parto é um processo fisiológico e natural que merece ser desfrutado em pleno. No entanto, implica alterações físicas e emocionais podendo ser vivenciado como uma experiência menos positiva, devido à dor que lhe é associada.

A dor foi considerada como 5º sinal vital, “é aquilo que a pessoa que a experiencia diz que é, existindo sempre que ela diz que existe”.

A sua dor irá ser avaliada através de uma escala numérica, que varia entre 0 (sem dor) e 10 (dor máxima). Ser-lhe-á pedido que atribua um número à sua dor. Esta avaliação será fundamental para o controlo e gestão da dor, direcionando as medidas a serem implementadas para o alívio da mesma.

Poderá recorrer a várias medidas.

MEDIDAS FARMACOLÓGICAS 

Consistem no uso de medicamentos administrados por via endovenosa ou epidural. O nosso serviço conta com o apoio de médicos anestesistas, o que lhe permite realizar a analgesia epidural, assim que estejam reunidas as condições necessárias. Estaremos disponíveis para esclarecer as suas dúvidas e ser-lhe-á fornecido um documento informativo sobre a técnica epidural. 

Parto sem dor é um direito de toda a mulher!
"Divinum opus est sedare dolorem"

Hipócrates (460-377) a.C.

O Serviço de Anestesiologia disponibiliza os seguintes folhetos informativos:

Analgesia Regional no Trabalho de Parto

A analgesia epidural já existe há cerca de 40 anos e tem-se revelado um método seguro e eficaz de alívio da dor durante o parto. 

Folheto informativo - Consulte aqui

Anestesia para Cesariana

A maior parte das cesarianas são realizadas sob anestesia loco-regional. Todos os procedimentos anestésicos serão explicados pelo anestesista, cuja prioridade é sempre a segurança da mãe e do bebé e tudo será feito para que tal aconteça.  

Folheto informativo - Consulte aqui

Dor no Trabalho de Parto

"Tudo o que sempre quis saber e não perguntei ..."

Pretende-se com este folheto responder a algumas questões mais frequentemente colocadas pelos futuros pais nas aulas de preparação para o parto ao longo dos últimos 5 anos.

Consulte aqui 

MEDIDAS NÃO FARMACOLÓGICAS

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São um conjunto de medidas de ordem física, emocional, comportamental e espiritual, de aplicação simples e com o mínimo de efeitos indesejáveis, nomeadamente:

Apoio emocional;

Distração;

Imagens mentais;

Musicoterapia;

Aromoterapia;

Aplicação de calor e/ou frio;

Hidroterapia;

Deambulação / posicionamentos;

Bola de pilates;

Massagem;

Técnicas de relaxamento/respiração.

Existe um folheto informativo relativamente a estas medidas que lhe será disponibilizado (consulte aqui).

O Recém-Nascido

Imediatamente após o parto, é estabelecido o contacto pele a pele entre a mãe e o recém-nascido. Assim que o bebé mostrar sinais de prontidão para mamar, é iniciado o aleitamento materno.

O bebé permanecerá junto da mãe durante todo o internamento.

Nestes primeiros minutos de vida será realizada pelo enfermeiro ou médico da sala de partos, uma avaliação ao recém-nascido, o Índice de Apgar, que consiste numa classificação de 0 a 10, atribuída ao fim do primeiro, quinto e décimo minutos após o nascimento. São avaliados cinco parâmetros: frequência cardíaca, respiração, choro, tónus muscular e cor da pele.

Os bebés serão identificados, com duas pulseiras, uma eletrónica de segurança e outra com o nome e número de processo da mãe, igual à que será colocada no seu pulso.

 ALEITAMENTO MATERNO

A nossa instituição promove o aleitamento materno, reconhecendo as vantagens para o bebé, mãe, família e sociedade, nomeadamente na redução da morbilidade e mortalidade infantil, com base nos resultados da investigação científica. Essas vantagens são internacionalmente defendidas pela Organização Mundial de Saúde e UNICEF, estando na base da criação da “Iniciativa Hospitais Amigos dos Bebés”. Esta iniciativa tem por objetivo a promoção, proteção e suporte ao aleitamento materno através da mobilização dos serviços obstétricos e pediátricos dos hospitais, mediante a adoção das "Dez medidas para ser considerado Hospital Amigo dos Bebés".

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Poderá consultar na integra o Manual de Aleitamento Materno do Comité Português para a UNICEF e o Guia de Aleitamento Materno do hospital.

 O nosso hospital reuniu os critérios para a certificação como “Hospital Amigo dos Bebés”, na auditoria realizada nos dias 20, 21 e 22 de junho de 2016. A oficialização da certificação ocorreu no dia 30 de setembro de 2016, na Conferência Internacional de Aleitamento Materno, no Parque de Saúde de Lisboa.

Consulte aqui a Política de Promoção, Proteção e Apoio ao Aleitamento Materno deste centro hospitalar.

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É importante não esquecer que para a amamentação ter sucesso, devem conjugar-se três fatores:

A decisão de amamentar;

O estabelecimento da lactação;

O suporte na amamentação.

 

É realizado a todas as grávidas um questionário sobre "Promoção do Aleitamento Materno" - consulte aqui

 

Apoios à amamentação disponíveis no nosso hospital:

 Consulta de enfermagem pós-alta do serviço de internamento de obstetrícia, piso 3, tel.: 925 664 824 – de 2ª a 6ª feira das 09h00 às 15h00, durante os primeiros quinze dias após a alta.

 Urgência Obstétrica e Ginecológica do HSFX: 210 431 664 ou 210 431 686.

 Consulta de Obstetrícia do HSFX: 210 431 521.

 

Urgência Obstétrica/Ginecológica

                                                                                                                                  clique aqui

A Urgência Obstétrica e Ginecológica constitui, com o Bloco de Partos, um serviço único, com áreas distintas mas contíguas e que funcionam em articulação, com uma equipa multidisciplinar comum. As instalações são recentes, espaçosas e equipadas com todo o material necessário à prestação de cuidados de excelência.

O diretor de serviço é o Dr. Fernando Cirurgião e a enfermeira chefe é a Enfª Lucinda Carvalhal.

Consulte aqui a planta

ÁREA DA URGÊNCIA

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 Secretariado/Admissão   Sala de Espera Corredor da Urgência
 Sala de Triagem/Enfermagem    1 Gabinete CTG's (Cardiotocografia) 2 Gabinetes de Observação Médica
 1 Sala de Ecografia Sala de Recobro 1 Salas de Recobro 2
   
Serviço de Observação    

 

PERCURSO DA UTENTE NA URGÊNCIA

Após a inscrição no secretariado, a utente é chamada pelo médico obstetra, para observação, após a qual várias são as hipóteses de encaminhamento:

  • CTG (cardiotocograma, registo das contrações e frequência cardíaca fetal)
  • Procedimentos na Sala de Enfermagem (exemplo: administração de terapêutica, soroterapia, colheita de sangue);
  • Exames complementares de diagnóstico (exemplo: ecografia, análises);
  • Permanência em Sala de Observações/Recobro (ex. administração de terapêutica endovenosa, pré e pós-operatório);
  • Cirurgia Ambulatória (exemplo: realização de histeroscopias, curetagens);
  • Internamento no Bloco de Partos, na Obstetrícia, Ginecologia ou Medicina Materno-Fetal;
  • Transferência para o Serviço de Urgência Geral: sempre que houver necessidade de observação por outra especialidade;
  • Alta.

Durante a sua permanência na Urgência, as utentes podem contar com a disponibilidade, o empenho e a qualidade na assistência por parte de todos os profissionais do serviço.

TRIAGEM

Está previsto para breve a implementação de um sistema de triagem no nosso serviço, encontrando-se em preparação a formação dos profissionais para poderem desempenhar esta função.

Internamento de Obstetrícia

O Serviço de Obstetrícia (Internamento) localiza-se no piso 3 do edifício 2 e tem uma lotação de 28 camas distribuídas por 15 quartos.

O alojamento mãe-bébé é conjunto. Alojar o bebê no quarto da mãe favorece o processo de vinculação e facilita a pratica da amamentação.

No Serviço de Obstetrícia encontra uma equipa de profissionais apta a facilitar a transição para a parentalidade.

A vigilância e a prestação de cuidados são asseguradas pela equipa de enfermagem que irá promover o seu autocuidado e colaborar nos cuidados ao seu recém-nascido, promovendo a sua autonomia.

Ao chegar ao internamento de Obstetrícia, independente da hora, será recebida pela enfermeira/o que fará a observação/avaliação física tanto sua como do seu bebé.

Diariamente no período da manhã realiza-se a visita médica do pediatra e do obstetra.

 A MÃE

 Puerpério

Puerpério é o nome dado à fase pós-parto. Neste período os órgãos reprodutores da mãe retornam ao seu estado pré-gravídico.

O puerpério inicia-se com a dequitadura (saída da placenta) e termina quando a ovulação recomeça. Nas mães que não amamentam a primeira ovulação poderá ocorrer 6 a 8 semanas após o parto; nas que estão a amamentar, o retorno da ovulação é imprevisível. Poderá demorar até 6 a 8 meses, dependendo da frequência das mamadas.

 Lóquios

Após o parto terá hemorragia vaginal que irá diminuir ao longo do tempo e modificar a cor e a textura. Inicialmente são vermelho-vivo e tão ou mais abundantes que a menstruação. Passados 3 a 4 dias ficam rosados e cerca de 10 a 14 dias após o parto são de cor amarelada quase branca permanecendo assim por 2 a 6 semanas.

Se nesta fase ocorrer uma súbita perda de sangue, coágulos ou se verificar odor desagradável nos lóquios solicite ajuda profissional.

 Episiotomia/episiorrafia

A incisão cirúrgica que se realiza no períneo com o objetivo de ampliar o canal de parto e facilitar a passagem do bebé denomina-se episiotomia. A sutura desta ferida cirúrgica é feita com fio absorvível pelo organismo e é chamada episiorrafia. A episiotomia é realizada de forma seletiva.

Cuidados a ter:

  • Aplicar gelo protegido cerca de 15 minutos, 3 a 4 vezes ao dia. Alivia a dor/ desconforto;
  • Lavar o períneo com água morna ou fria e sabão neutro;
  • Limpar-se sempre da frente para trás;
  • Manter a região da sutura limpa e seca;
  • Mudar o penso higiénico com frequência.

 Ferida cirúrgica abdominal - cesariana

Cesariana é um ato cirúrgico que consiste em fazer uma incisão no abdómen e na parede do útero da grávida, resultando no nascimento de uma criança.

Cuidados a ter:

  • Na higiene, evite molhar o penso operatório compressivo. Antes da alta, este penso será removido e colocado um mais pequeno e impermeável;
  • Evitar fazer esforços pois a ferida encontra-se em fase de cicatrização. A sutura da pele normalmente cicatriza ao fim de uma semana e a da incisão uterina demora cerca de 6 semanas;
  • Os pontos/agrafes devem ser retirados no seu Centro de Saúde entre o 8º e o 10º dia pós-parto. A cicatriz costuma ficar avermelhada durante alguns meses, tornando-se mais clara ao fim de 6 meses a 1 ano.

 Primeiro levante após o parto

  • Após o parto ficará em repouso entre 4 a 6 horas e só realizará o primeiro levante na presença de um enfermeiro;
  • O levante precoce é encorajado pois melhora a função circulatória, intestinal e promove a autonomia materna;
  • Em situação de parto vaginal o primeiro levante será ao fim de 4 horas, em caso de cesariana ao fim de 6 horas.

 Duração do internamento

A duração do internamento depende do tipo de parto, sendo 2 dias para partos vaginais e 3 dias para cesarianas.

 Visitas

O pai do bebé ou acompanhante escolhido pela utente deve dirigir-se à Receção do edifício 2, piso-3, e solicitar o cartão de acompanhante. O horário de permanência no serviço é entre as 14h00 e as 21h00.

Para restantes familiares e amigos o horário de visitas é entre as 15h30 e as 17h00, duas pessoas em simultâneo.

A visita dos irmãos do recém-nascido decorrerá dentro do período de visita do pai/acompanhante.

É importante que as visitas higienizem as mãos à entrada do quarto e antes de contactarem com o bebé. Os quartos possuem lavatório com sabão líquido que devem utilizar para o efeito.

 Alta Clínica Hospitalar

Pode sair do hospital após ter alta clínica, à mãe é passada pelo obstetra e ao bebé pelo pediatra. A equipa de enfermagem validará toda a informação fornecida e orientação necessária.

Imediatamente antes de sair será retirada a pulseira eletrónica do bebé.

A documentação da alta é fornecida pelo secretariado, nos dias úteis das 10h00 às 16h00. Os documentos referentes às altas de fim-de-semana são entregues a partir da 3ª feira seguinte, no mesmo horário.

  Consulta de Apoio à Maternidade 

Após a alta e durante os primeiros quinze dias de vida do seu bebé pode aceder a esta consulta através do número: 210 431 428.

O atendimento pode ser telefónico ou presencial caso a situação o justifique. Um elemento da equipa de enfermagem estará disponível para esclarecer dúvidas e ajudá-la a ultrapassar dificuldades. 

 Vigilância de Saúde

Entre a 4ª e 6ª semana deve ter consulta com o seu ginecologista/médico assistente.

Mais informação consulte o Guia de Acolhimento Orientações Práticas do Serviço de Obstetrícia –aqui

 

O RECÉM-NASCIDO

É a denominação dada a todos os bebés desde o nascimento até atingirem os 28 dias de vida.

Durante a estadia na maternidade o bebé permanece em alojamento conjunto com a mãe. Está identificado com uma pulseira no pulso com o nome da mãe e com o mesmo número que a pulseira materna. No pé tem colocado uma pulseira eletrónica de segurança que é ativada à entrada no serviço.

Durante o internamento a equipa de enfermagem irá instruir a mãe nos cuidados ao recém-nascido no sentido de promover a autonomia materna.

 Higiene

A pele é um órgão que tem como função proteger o seu bebé contra as agressões do exterior. Protege contra infeções, permite a regulação da temperatura corporal, cria uma barreira contra a perda excessiva de líquidos.

A higiene cutânea pressupõe a eliminação da sujidade que se encontra na superfície da pele. É constituída por gorduras, secreções (suor, saliva, urina e fezes), restos celulares, poeiras e microrganismos. Os produtos de higiene a utilizar deverão idealmente apresentar as seguintes características: respeitar o pH cutâneo, a camada lipídica superficial e o ecossistema da pele, devrão ter boa tolerância e ser agradáveis ao utilizador.

Banho

O seu bebé beneficia do banho como medida de higiene e conforto; pode ser dado diariamente ou em dias alternados. A hora ideal será o final do dia, pelo efeito calmante que geralmente exerce.

No internamento o primeiro banho é demonstrado pelo enfermeiro e é dado após as primeiras 6 horas de vida. O tipo de banho preconizado é o de imersão, com água morna a 37ºC e com duração inferior a 5 minutos (evitar o arrefecimento do bebé). O horário deste primeiro banho é ajustado de forma a facilitar a presença do pai.

Cuidados a ter:

  • Higienize as mãos;
  • Prepare todo o material necessário: roupa, fralda, toalha, compressas estéreis, soro fisiológico, gel de banho próprio para recém-nascido (pH neutro, sem detergente nem perfumes);
  • Limpe o rosto do bebé com uma compressa embebida em água destilada ou soro fisiológico;
  • Limpe os olhos com compressas esterilizadas (uma para cada olho), embebidas em soro fisiológico ou água destilada. Remova as secreções num movimento descendente;
  • Dispa o bebé, retire a fralda e remova qualquer resíduo de fezes antes de colocar o bebé na banheira;
  • Confirme a temperatura da água;
  • Coloque o bebé lentamente na banheira. Lave o tronco e os membros e só no fim a cabeça (evitar o arrefecimento);
  • Retire o bebé da banheira, envolva-o na toalha. Seque primeiro a cabeça e depois o resto do corpo, tendo especial atenção às pregas cutâneas (pescoço, axilas e virilhas);
  • Pode colocar creme no corpo do seu bebé. Evite o rosto e as mãos;
  • Coloque a fralda, cuide do cordão umbilical e vista-o.

 

Mudança da Fralda

Na nossa maternidade utilizamos fraldas descartáveis. A sua principal característica é a capacidade de absorção. Conseguem manter a pele do bebé seca após urinar, mas não no caso de ter uma dejeção, pelo que deve ser substituída o mais breve possível.

A urina do recém-nascido pode deixar um resíduo avermelhado na fralda. Esta situação deve-se à presença de cristais que são eliminados através da urina dos bebés e desaparece espontaneamente. Às primeiras fezes do recém-nascido dá-se o nome de mecónio. Esta substância é viscosa, espessa, de cor verde-escuro, quase negro e é eliminada nos primeiros 2 ou 3 dias de vida. Depois as fezes começam a ser esverdeadas até se tornarem amarelo-claro e com grumos. A frequência das dejeções é variável, podendo o recém-nascido permanecer até 48 horas sem evacuar ou fazê-lo após cada mamada. A limpeza da região perineal deve ser feita no sentido da vagina ou pénis para o ânus. Assim, evita-se o risco de infeção urinária, principalmente nas meninas.

Unhas

Não corte as unhas do bebé nos primeiros dias de vida, poderá provocar lesões nos dedos. Utilize uma lima macia, de cartão para as limar.

Cordão/coto umbilical

O cordão umbilical é uma estrutura que liga o feto à placenta durante a gravidez e é responsável por garantir a nutrição do bebé. É constituído por duas artérias e uma veia, além de um material gelatinoso e atinge, em média, 40 a 60 cm de comprimento. Após o corte do cordão umbilical inicia-se o processo de mumificação do coto. Inicialmente gelatinoso e esbranquiçado, torna-se endurecido, seco e escuro. A queda do coto umbilical ocorre geralmente nas primeiras duas semanas de vida do bebé podendo, em alguns casos, chegar aos trinta dias. Depois da sua queda, a cicatriz umbilical pode manter algu­ma serosidade ou mesmo sangrar.

Cuidados a ter:

  • Manter o coto umbilical limpo e seco;
  • Deve estar fora da fralda, para evitar o contacto com fezes ou urina;
  • Limpe o coto umbilical durante o banho e sempre que necessário, em seguida deve secar bem com uma compressa.

No internamento e até á cicatrização da ferida umbilical, ainda promovemos a desinfeção diária com uma compressa embebida em álcool a 70º.

 

Como deitar o recém-nascido

O recém-nascido dorme entre 15-18 horas/dia, distribuídas durante as 24 horas e sem grande diferença entre o período noturno e o diurno. Pode dormir entre 2 a 4 horas seguidas. Nesta fase não há um padrão de sono.

Deite o bebé sempre de costas. Vários estudos demonstram que é a posição mais segura para o bebé dormir. Desde abril de 1992 que esta recomendação está publicada em Portugal, pela Direção-Geral de Saúde e consta do Boletim de Saúde Infantil e Juvenil.

Ao deitar o bebé deve ter atenção para que a roupa da cama não lhe tape a cabeça. Não deve usar almofada e os cobertores não devem ser pesados.

Peso

Todos os bebés perdem peso nos primeiros dias de vida. Esta perda de peso pode chegar até 10% do peso com que nasceu. Geralmente recupera o peso de nascimento entre o 10º e o 15º dia de vida.

 

Na maternidade o bebe é pesado logo após o nascimento e ao segundo dia de vida. Após a alta deverá vigiar semanalmente o peso.

Icterícia Neonatal

A icterícia neonatal é definida como coloração amarela da pele e das escleróticas.

Na primeira semana de vida cerca de 60% dos recém-nascidos de termo ficam ictéricos (icterícia fisiológica). Esta situação reflete, na maioria das vezes, uma adaptação do bebé à vida extra uterina. Pode surgir entre o 2º e o 4º dia de vida e desaparece progressivamente entre o 10º e o 14º dia.

A evolução da icterícia é cefalo-caudal. Aparece inicialmente nas escleróticas, face, tronco, abdómen e por fim estende-se aos membros. A icterícia resulta da destruição dos glóbulos vermelhos que o bebé não necessita levando à formação de bilirrubina. A bilirrubina chega ao fígado através da circulação e ali é alterada (conjugada) para depois ser excretada para o intestino como um componente da bílis. A imaturidade do fígado neste período atrasa a sua eliminação. Ou seja, o recém-nascido fica ictérico quando a formação de bilirrubina é maior do que a sua capacidade para a eliminar.

Na presença de icterícia visível (acima de 5 mg/dl) é efetuado o seu doseamento pelo método transcutâneo.

Os níveis de bilirrubina mais altos são tratados através de fototerapia que consiste em irradiar a pele do recém-nascido com luz (comprimento de onda na faixa de 400-500nm). É retirada a roupa ao bebé ficando apenas com a fralda. Durante o tratamento é necessária proteção ocular que se mantém durante toda a fototerapia.

 

 Rastreio Auditivo 

A incidência da perda auditiva é de 1 a 3 por 1000 recém-nascidos saudáveis e de 20 a 40 por 1000 recém-nascidos de risco. A surdez é responsável pelo atraso do desenvolvimento da linguagem e das capacidades cognitivas. Com o rastreio auditivo neonatal pretende-se identificar precocemente eventuais perdas auditivas nos recém-nascidos e minimizar as consequências da surdez através de intervenção precoce.

Durante o internamento e após as primeiras 24 horas de vida, o recém-nascido fará o rastreio auditivo através do exame de Otoemissões Acústicas (OEA). É um teste simples, não invasivo, rápido de realizar. Consiste na colocação de uma sonda no canal auditivo do bebé e no registo da resposta do ouvido interno ao estímulo sonoro emitido pelo equipamento.

É frequente um ou ambos os ouvidos do bebé não passarem no teste. Esta situação pode acontecer pela presença de secreções no canal auditivo externo ou líquido no ouvido médio. Nestes casos, o recém-nascido terá alta, com marcação para vir ao serviço de internamento repetir o rastreio auditivo (conforme protocolo).

Vacinação

A vacinação é a maneira mais eficaz de prevenir doenças infeto-contagiosas e as suas consequências. Na maternidade o recém-nascido fará a sua primeira vacina: 1ª dose da vacina anti-Hepatite B. Posteriormente deve seguir o Plano Nacional de Vacinação no Centro de Saúde da sua área de residência.

Diagnóstico Precoce

O teste do pezinho, ou diagnóstico precoce, faz parte do programa nacional de rastreio do hipotiroidismo e de doenças metabólicas. Tem por objetivo a deteção e intervenção precoce em recém-nascidos afetados por determinadas patologias. Através da punção do calcanhar do bebé, colhe-se umas gotas de sangue para o papel de filtro da ficha de colheita que, depois de seco, é enviado para a Unidade de Rastreio Neonatal (no Porto).

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Entre o 3º e o 6º dia de vida do bebé deverá dirigir-se ao Centro de Saúde para realizar este teste.

Nascer Cidadão | Nascer Utente

É possível registar o seu bebé na materniade logo após o nascimento perante um funcionário do registo civil. Após este registo poderá inscrever o seu bebé no Serviço Nacional de Saúde, ainda durante o internamento.

Mais informações - clique aqui

Transporte de recém-nascido em segurança

“O sistema de retenção para crianças (SRC) deve ser adquirido antes do nascimento. Os recém-nascidos e as crianças têm de ser sempre transportados num dispositivo de retenção homologado, (...) adequado à idade, estatura e peso, de modo a proporcionar as condições necessárias a uma viagem de automóvel segura. Logo à saída da maternidade, o recém-nascido deve viajar num SRC voltado para trás (VT). Só assim a cabeça, o pescoço e a região dorsal estarão devidamente protegidos, em caso de acidente, pois são apoiados uniformemente.  As crianças devem viajar voltadas de costas para o sentido do trânsito até aos 3 ou 4 anos.” 

(Orientação da Direção-Geral da Saúde nº 001/2010)

Existem dois grupos de cadeiras que podem ser usados desde o nascimento.

No primeiro grupo incluem-se:

  • Cadeiras 0 - até aos 10 kg (0 aos 9 meses);
  • Cadeiras 0+ - até aos 13 kg (0 -18 meses).

No segundo grupo incluem-se:

  • Cadeiras Grupo 0/ I e 0+/I – dos 0 meses aos 4 anos (somente as que possam ser colocadas voltadas para a retaguarda).

Lembre-se que ao adquirir a cadeira de transporte tem de ter atenção a estas recomendações. Confirme que o sistema de retenção se ajusta perfeitamente ao seu automóvel.

Ao colocar o recém-nascido na cadeira:

  • Os cintos deverão sair do encosto a nível dos ombros ou ligeiramente abaixo;
  • Devem ser apertados e ajustados ao bebé de imediato. Não transporte o seu filho na cadeirinha com os cintos soltos;
  • O bebé deve ser colocado numa posição de semi-sentado, amparando a cabeça com redutores apropriados ou com uma fralda enrolada, que se coloca entre a cabeça e o encosto lateral da cadeirinha.

 

Documentos

 GUIA DE ACOLHIMENTO DO BLOCO DE PARTOS

A equipa da Urgência Obstétrica e Ginecológica elaborou este guia com o objetivo de disponibilizar informação que facilite a sua estadia.

Consulte aqui

GUIA DE ACOLHIMENTO E ORIENTAÇÕES PRÁTICAS - SERVIÇO DE OBSTETRÍCIA

Neste guia irá encontrar informações úteis sobre a sua estadia na maternidade. Esperamos esclarecê-la e apoiá-la fazendo com que viva esta experiência única em plena harmonia.

Guia de Acolhimento - Serviço de Obstetrícia

Consulte aqui

GUIA DO ALEITAMENTO MATERNO

O Aleitamento Materno é a forma natural de alimentar bebés e crianças. Pretende-se que este manual seja um guia orientador, com informações úteis sobre o Aleitamento Materno que a ajudarão a vivenciar este período com tranquilidade.

 Consulte aqui

ALÍVIO DA DOR NO TRABALHO DE PARTO - Medidas Não Farmacológicas

O trabalho de parto e parto é um momento único e inigualável na vida das mulheres e suas famílias, que merece ser desfrutado em pleno. Os enfermeiros da Urgência Obstétrica/Ginecológica criaram este folheto para um melhor conhecimento dos métodos não farmacológicos de alívio da dor.

Consulte aqui

Exercícios Práticos - Trabalho de Parto - consulte aqui

 

Opiniões/Agradecimentos

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para Bloco de Partos, Serviços de Obstetrícia e Neonatologia do Hospital de São Francisco Xavier

17/12/2015

Gostaríamos de agradecer todo o acompanhamento na altura dos partos nos nossos filhos (…). A (…) nasceu em 2013, tendo a mãe sido acompanhada durante o parto pelo Dr. Fernando Cirurgião e pela Sra. Enfª Andreia. O (…) nasceu em 2015 e mais uma vez o parto foi acompanhado pelo Dr. Fernando Cirurgião e pelo Sr. Enf. Fernando. Ambos foram assistidos pela equipa da Neonatologia e durante o internamento na Obstétrica salientamos a ajuda dada pela Sra. Enfª Teresa Martins. Só podemos elogiar a dedicação do Dr. Fernando Cirurgião e de toda esta grande equipa e louvar que existam profissionais assim nos nossos hospitais. 

 

Agradecimento unidade obstetrícia Hospital de São Francisco Xavier

12/09/2015

Serve o presente email para agradecer a todos os que me apoiaram e cuidaram quer a mim, quer à minha bebé (…), que nasceu (…) no Hospital São Francisco Xavier. Agradeço em primeiro lugar ao Dr. Carlos Silva pelo acompanhamento feito e pelo parto (cesariana) o qual correu maravilhosamente e cuja recuperação está a ser rápida. Agradeço à equipa de enfermeiros que esteve presente no parto (Enf. Vitor e Enfª Paula) que foram 5 estrelas, bem como à anestesista Dra. Rita pela calma, tranquilidade e profissionalismo. Agradeço ainda a todas as enfermeiras que me acompanharam enquanto estive internada (Enfª Teresa, Enfª Maria Belen, Enfª Ana e Enfª Fátima) pela dedicação , profissionalismo e pelo empenho diário quer comigo quer com a minha bebé. Todas elas foram espetaculares e sempre me prestaram apoio quando mais necessitei (nomeadamente no que respeita à amamentação). Apesar da notória carência de recursos humanos é de salutar que aqueles que estavam a desempenhar as suas funções o fizeram de uma forma excecional e com todo o empenho estando sempre disponíveis com um sorriso. Agradeço igualmente ao staff que tratava das refeições pois para além de serem muito bem preparadas e bem servidas, tinham o cuidado para que nada me faltasse. Agradeço a todos a simpatia e profissionalismo e certamente recomendarei o HSFX.

 Elogio aos profissionais de saúde da Urgência Obstétrica/Ginecológica do HSFX

04/09/2015

(…) venho por este meio felicitá-los, agradece-los e elogiá-los pelo seguinte:

A paciente/utente, (…) a qual é a minha companheira, engravidou pela primeira vez, tendo recentemente um aborto (onde o feto faleceu, devido a diagnóstico de gravidez não evolutiva). Diante este triste cenário que assombrou as nossas vidas e as dos nossos familiares, a (…) (utente/grávida), teve de recorrer (…) às urgências de Obstétrica/Ginecológica para ser internada de urgência por causa de aborto retido. A (…), foi internada em S.O. para “protocolo de misoprostol” (…). Desde o internamento até a alta médica da utente, eu, (…) e a (…), presenciámos e testemunhámos naquelas urgências de Obstétrica/Ginecológica do Hospital de São Francisco Xavier, a uma enorme dedicação, carinho, atenção e preocupação prestada pelos profissionais/funcionários de saúde que ali laboram, e que transmitiram uma excelente qualidade do profissionalismo e de ética no serviço prestado. Por esse motivo, faço questão de vir por este meio demonstrar a minha gratidão e deixar os meus parabéns e felicitá-los pelo atendimento, carinho e pelo vosso serviço prestado, tendo em conta a parte humana dos vossos excelentes profissionais, que posteriormente passo a mencioná-los:

Médicos: Dra. Lurdes Silva, Dra. Paula Alves, Dra. Patrícia Oliveira (anestesista), Dra. Ana Martins, Dra. Lurdes Gonçalves

Enfermeiros: Fátima Pereira, Manuela Pires, Carlos Pedro, Liliana Sousa, Marisa, Bruna, Nicole, Selma, Ana Genebra, Fátima Quaresma, Lídia, Ligia, Dina 

Assistentes Operacionais: Paula Alves, Miriam, Ana Paula

Funcionária da receção/atendimento ao público das urgências: Marina Pardal

Para nós, os vossos serviços passaram a ser uma verdadeira referência no que toca a Qualidade de Serviço e Boas Práticas. Agradecemos a todos os supracitados operacionais e profissionais de saúde, de fazerem esquecer a dor sentimental e fazer-nos acreditar numa próxima gravidez, onde indicaram e aconselharam o melhor caminho a seguir no futuro.

Elogio/Louvor – Urgência Obstétrica/Bloco de Partos

01/07/2015

Venho elogiar toda a equipa que assistiu ao parto da minha filha (...). Foram excecionais, fizeram-nos, a mim e ao meu marido, sentir confortáveis em todo o processo de trabalho de parto, sempre presentes e disponíveis, sempre com boa disposição e deram-me imensa força. Quero agradecer e elogiar o trabalho dos enfermeiros: Conceição Reis, Carlos Ferreira, Liliana e Andreia. Quero também elogiar a médica anestesista que me deu a epidural, muito atenciosa. Todos fizeram deste dia o mais especial possível … Espero que continuem a fazer um ótimo trabalho.

 

Contactos

Localização: Hospital de São Francisco Xavier - Edifício 2

Morada: Estrada do Forte do Alto do Duque, 1449-005 LISBOA

Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. 

 

Urgência Obstétrica/Ginecológica - piso - 1

Tel.: 210 431 686 | 210 431 664

Fax: 210 431 701

 

Serviço de Obstetrícia (internamento) - piso 3

Tel.:210 431 425

 

Medicina Materno-Fetal (Grávidas de alto risco) / Ginecologia - piso 4

Tel.: 210 431 657

 

Diagnóstico Pré-Natal - piso 4 

Tel.: 210 431 415

 

Consulta de Obstetrícia/Ginecologia - piso 0

Tel.: 210 431 509/10

 

Receção/Informações - piso - 3

Tel.: 210 431 772 | 210 431 241